
Amor
Feinha
Gosto dela
feinha.
Não que o meu amor
Seja tão feinha...
Consulte
um ao outro:
Se for encontrado,
É a mesma
fé!
Teólogo mais disponível,
Poderosa força,
Nosso amor é fino sexo!
Feinha e louca,
E como muitas das crianças
Lá tudo
isto não é assim,
E que
não há nenhuma palavra.
Há três cores ao redor da casa:
Roxo, branco e nostalgia.
Uma
fábrica de beijos!
O popular entrou em colapso.
Amor Feinho porque não é velho
E é bom.
Certifique-se de que é essencial.
Como é, ela com brilho nos olhos:
Eu sou o homem e você é uma mulher.
Nenhuma ilusão, Feinho Amor.
O que ela queria?
- Gostaria de ser Feinha!
Antônio
Carlos dos Reis, 14/03/1979
Ouro
Preto-MG
Poema em
homenagem à Poeta Adélia Prado
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