domingo, 25 de dezembro de 2016

EU OUVI O QUE O SOM E OS SEGREDOS DIZEM










David joga bola e  é um príncipe agradável,

No entanto, você está realmente na música?

É verdade ou é o problema?

Lê-se: quarta-feira, quinta-feira...

Quando uma queda mínima, mais e mais,
Da quantidade configurar confusão,
Dá-se Glória ao Rei!




Sua fé era forte, mas você precisava de provas...

Você a banhar-se nas serras de telhados,

A beleza delas  e o luar arruinariam você.

Você será forçado em uma cadeira de cozinha
A ver que Ela destruiu seu trono
E cortou seu cabelo,

E Ela tirou um Glória ao Rei de seus lábios.





Bem, há um Deus de amor,

No entanto, para mim, tudo o que aprendi
Sobre o amor

Era como se alguém tivesse de superar algo.

E não é este um crime?
As noites aqui são dos Peregrinos,
Que não afirmam ter visto a luz,
Que isso não acontece!





Oh, gente,  eu estou online...

Eu  estava na  sala,
Vocês sabem ir para este piso?

Antes de te conhecer
Eu estava vivendo sozinho,  
Isto ninguém quer ver.

Eu eu vi sua bandeira no arco de mármore,

No entanto, não olhe para o amor,
O amor é matriz triunfante!

Foi muito solitário para mim
Dar Glória ao Rei neste frio.




Era tempo para que você saiba

Que  tudo realmente aconteceu.

Mas agora você está ou não exibindo
O que não sou?

Eu estava me perguntando quando
Você se move em sua casa atrás
Do Santo e  da sua pomba branca

E tudo em um só suspiro,
O que dávamos?

Era um Glória ao Rei!



Fiz o meu melhor, eu sei que não é tudo de mim,

Desde que eu era capaz de experimentar,
Eu aprendi a jogar,

Digo-lhes  a verdade, eu não vim aqui, seu tolo, Somente para escrever,

E mesmo quando as coisas deram errado,

Eu estou aqui na frente do espírito da música...

Nos meus lábios não há nada, a não ser cantar
Com todos Glória ao Rei!


Antônio Carlos dos Reis
25/12/2016  -  Santa Cruz/RJ

sábado, 12 de novembro de 2016

RESSACA





RESSACA







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Quando escrevo percebo aquilo que vivi,
Para me ver livre do divertimento que foi minha vida.
Fico perto de mm, à sombra, esperando a volta do que fui eu,
De batom, pinturas, puto da vida,
Com a mesma ressaca e a agonia do que fui ontem!

Me admiro muito do Waldemiro, meu amigo gay,
Que ao me ver grita da sua janela:
"Carlinhos, o que fazias ontem
Sentado no banco da praia
Na orla de Copacabana?

Eu não canto a vida, minha vida não é uma primavera,
Se for preciso cantá-la assim florida,
Minha vida teria que ter sido bela!

Onde me perco, me encontro,
Nas alvoradas de todas as noites ardentes...
Eu quero amar o outro, o outro e todas as gentes!








Antônio Carlos dos Reis, 14/03/1979      -  RJ

Poema em Homenagem à Florbela Espanca

Florbela Espanca, batizada como Flor Bela Lobo, e que opta por se autonomear Florbela d'Alma da Conceição Espanca, foi uma poetisa portuguesa
1894/1930

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

LOUCA PAIXÃO






Louco, Eu?








Um monte de você

Vi andando pelas ruas!
No entanto, você ainda pode
Falar a minha  linguagem,

Palavra por palavra,
Mas primeiro acalme-se...







Será que quis morrer?

Não lhe aconselho...
No entanto, você seria

Capaz de acordá-la?
Mantra sagrado em sua vida,
Em sua caligrafia...







Clareza? Muito pouca.
No entanto, entre milhares

Das sábias
Uma queria participar
Do baile das mariposas.





Você tem uma rara coleção

De amigas preclaras,
Portas para linhas abertas.
Se o que eu digo:
-Eu acredito que você tenha

Uma louca paixão por mim!
Não é capaz de confortá-la,
Então recicle o que tem na cabeça
E vá sozinha atrás de mim
Pela escuridão da caverna...





Antônio Carlos dos Reis
Três Rios/RJ, em 28/08/1986

sábado, 29 de outubro de 2016

VIDA FEMININA



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O que sei da  vida feminina

Aprendi com minhas irmãs.

Em todo o tempo.

Em cada uma delas.

Em todas as suas atitudes.





Isto vem do fundo do passado...

Eu carrego uma bagagem pesada.

Muitos sinônimo em hibernação,

Em arquivos de pernas, braços e seios.

Há mulheres na região que eu observo,

Uma linhagem de mulheres


Amigas de minhas irmãs...

Hoje são esposas e criam seus filhos.





Nenhuma delas se perdeu...

Qualquer mulher fica surpresa

Com o que eu sei sobre elas.

O que sei da vida feminina

Aprendi com minhas  irmãs.















Antônio Carlos dos Reis, 31/10/1983
Paraty/RJ

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

AMOR FEINHA




Amor Feinha








Gosto dela feinha.
Não que o meu amor

Seja tão feinha...

Consulte um ao outro:
Se for encontrado,

É a mesma fé!
Teólogo mais disponível,
Poderosa força,

Nosso  amor é fino sexo!

Feinha e  louca,
E como muitas das crianças

Lá tudo isto não é assim,

E que não há nenhuma palavra.
Há três cores ao redor da casa:


Roxo, branco e nostalgia.
Uma fábrica de beijos!
O popular entrou em colapso.
Amor Feinho porque não é velho
E é bom.
Certifique-se de que é essencial.
Como é, ela com brilho nos olhos:
Eu sou o homem e você é uma mulher.
Nenhuma ilusão, Feinho Amor.
O que ela queria?
- Gostaria de ser Feinha!




Antônio Carlos dos Reis, 14/03/1979
Ouro Preto-MG
Poema em homenagem à Poeta Adélia Prado












quinta-feira, 27 de outubro de 2016

DA TERRA O SÊMEN




Da Terra o Sêmen







Menina bonita e formosa,
Nascida em Minaçu,
Trabalha com o pai na pesca.

Encontrei-a sozinha,
Vestido de golas com babados,
Sementes de açaí ...
Ah! Essa moreninha
Rapidamente me seduziu.
Brilho no nome: Joaninha...
Levando madeiras, nas costas,
De presente para sua mãe!
Filha requintada, uma jóia,
Realce sua beleza,
Morena Tigreza, ao luar...
Filha do fascínio  da floresta!

Seu  fogão à lenha

Nunca vai se apagar!











Antônio Carlos dos Reis, 02/07/1980

Volta Redonda/RJ

terça-feira, 25 de outubro de 2016

DE UMA FORMA OU DE OUTRA


Imagem Ambígua: Casal ou Caveira

Às vezes, há pessoas que se  amam...
E minha raiva não é
Pelo medo de estar sozinho.

Eu gostaria de não amar
Se o  amor não for correspondido.
Agora, eu acho que seria amor livre,
Mas o conteúdo é preciso,
De uma forma ou de outra.
Eu amo o entusiasmo de alguém

Que me ama, mesmo quando
Não vale a pena o meu amor...
Isto é, para estar em uma curva,
Procura-se andar em linha reta!







Antônio Carlos dos Reis, 13/09/1981 
Gávea, Praça Santos Dumont/RJ

UM POUQUINHO DE AMOR E POESIA



Um pouquinho de amor e  poesia









Esta é uma canção sobre o amor,
É tão muito doce, gentil, tão sua ...
Este é um presente para o seu momento,
Feito às portas do céu para você...



Eu quero dar um selo em sua boca,
Com gosto de manga verde,
Num campo coberto de flores!



Você pode ser capaz de compreender o meu amor.
No entanto, caso contrário,
Não importa, pois eu .continuarei a te amar.




Verificou-se o selo entre nós,
Nos colares e correntes que nos unem
E esta pequena canção, tão singela,
Não fez questão de ser sua...



A poesia é um muito formosa e inesperada,
É uma fusão de surpresa com surpresa... Vamos!
Vou te amar sempre, perdoa-me meu amor
Por eu para sempre te amar ...







Antônio Carlos dos Reis, 16/05/1978 

Mariana-MG