sábado, 29 de outubro de 2016

VIDA FEMININA



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O que sei da  vida feminina

Aprendi com minhas irmãs.

Em todo o tempo.

Em cada uma delas.

Em todas as suas atitudes.





Isto vem do fundo do passado...

Eu carrego uma bagagem pesada.

Muitos sinônimo em hibernação,

Em arquivos de pernas, braços e seios.

Há mulheres na região que eu observo,

Uma linhagem de mulheres


Amigas de minhas irmãs...

Hoje são esposas e criam seus filhos.





Nenhuma delas se perdeu...

Qualquer mulher fica surpresa

Com o que eu sei sobre elas.

O que sei da vida feminina

Aprendi com minhas  irmãs.















Antônio Carlos dos Reis, 31/10/1983
Paraty/RJ

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

AMOR FEINHA




Amor Feinha








Gosto dela feinha.
Não que o meu amor

Seja tão feinha...

Consulte um ao outro:
Se for encontrado,

É a mesma fé!
Teólogo mais disponível,
Poderosa força,

Nosso  amor é fino sexo!

Feinha e  louca,
E como muitas das crianças

Lá tudo isto não é assim,

E que não há nenhuma palavra.
Há três cores ao redor da casa:


Roxo, branco e nostalgia.
Uma fábrica de beijos!
O popular entrou em colapso.
Amor Feinho porque não é velho
E é bom.
Certifique-se de que é essencial.
Como é, ela com brilho nos olhos:
Eu sou o homem e você é uma mulher.
Nenhuma ilusão, Feinho Amor.
O que ela queria?
- Gostaria de ser Feinha!




Antônio Carlos dos Reis, 14/03/1979
Ouro Preto-MG
Poema em homenagem à Poeta Adélia Prado












quinta-feira, 27 de outubro de 2016

DA TERRA O SÊMEN




Da Terra o Sêmen







Menina bonita e formosa,
Nascida em Minaçu,
Trabalha com o pai na pesca.

Encontrei-a sozinha,
Vestido de golas com babados,
Sementes de açaí ...
Ah! Essa moreninha
Rapidamente me seduziu.
Brilho no nome: Joaninha...
Levando madeiras, nas costas,
De presente para sua mãe!
Filha requintada, uma jóia,
Realce sua beleza,
Morena Tigreza, ao luar...
Filha do fascínio  da floresta!

Seu  fogão à lenha

Nunca vai se apagar!











Antônio Carlos dos Reis, 02/07/1980

Volta Redonda/RJ

terça-feira, 25 de outubro de 2016

DE UMA FORMA OU DE OUTRA


Imagem Ambígua: Casal ou Caveira

Às vezes, há pessoas que se  amam...
E minha raiva não é
Pelo medo de estar sozinho.

Eu gostaria de não amar
Se o  amor não for correspondido.
Agora, eu acho que seria amor livre,
Mas o conteúdo é preciso,
De uma forma ou de outra.
Eu amo o entusiasmo de alguém

Que me ama, mesmo quando
Não vale a pena o meu amor...
Isto é, para estar em uma curva,
Procura-se andar em linha reta!







Antônio Carlos dos Reis, 13/09/1981 
Gávea, Praça Santos Dumont/RJ

UM POUQUINHO DE AMOR E POESIA



Um pouquinho de amor e  poesia









Esta é uma canção sobre o amor,
É tão muito doce, gentil, tão sua ...
Este é um presente para o seu momento,
Feito às portas do céu para você...



Eu quero dar um selo em sua boca,
Com gosto de manga verde,
Num campo coberto de flores!



Você pode ser capaz de compreender o meu amor.
No entanto, caso contrário,
Não importa, pois eu .continuarei a te amar.




Verificou-se o selo entre nós,
Nos colares e correntes que nos unem
E esta pequena canção, tão singela,
Não fez questão de ser sua...



A poesia é um muito formosa e inesperada,
É uma fusão de surpresa com surpresa... Vamos!
Vou te amar sempre, perdoa-me meu amor
Por eu para sempre te amar ...







Antônio Carlos dos Reis, 16/05/1978 

Mariana-MG